domingo, 18 de setembro de 2016

Participação da equipa (Rossio ao Sul do Tejo)

Representação a cargo de:
40km - José Silva
60km - David Gonçalves, João Valério

Apoio ao staff:
Secretariado - Filipe Rodrigues
Fotógrafos - Jorge Rabaça, Sérgio Vicente

E já vai na 7.ª edição, 7 anos consecutivos, em Rossio ao Sul do Tejo e nós, desde a primeira edição, sempre a marcar presença e quase sempre inseridos em parcerias de divulgação e promoção deste excelente evento ribatejano.

Conforme já sucedeu em edições anteriores deste evento, e uma vez que existe grande amizade entre os elementos da nossa equipa e da equipa organizadora (A.C. BTT Fôjo), o Filipe Rodrigues deu uma ajudinha na zona de controlo de meta, ao passo que o Jorge Rabaça e o Sérgio Vicente foram fotógrafos de serviço.

Coube-me a mim (João Valério), mais um vez a captação de imagens onboard, enquanto participante na Maratona. Na foto (bem) acompanhado pelo amigo Rui Rodrigues (Tecnifotos).

Estiveram presentes quase duas centenas de praticantes de btt, vindos um pouco de toda a zona centro, estando representadas diversas províncias, entre elas Ribatejo, Alentejo, Estremadura e também as Beiras.

Com objetivos competitivos, visando o Troféu BTT Ribatejo Norte, participaram os nossos elementos José Silva, que enveredou pela Meia Maratona e o David Gonçalves, que participou na Maratona,


A partida foi dada à hora estabelecida (9:00), tendo saído em pelotão único ambos os participantes na Meia Maratona e Maratona. 

Após um par de quilómetros em asfalto para sair do interior da localidade, rapidamente nos fizemos à terra batida e... foi desde logo a subir. Todos ainda em enorme pelotão, só se ouvia bufar, ainda por cima com os músculos a frio, mas ninguém queria ficar para trás.


Após atingido o primeiro topo começámos a descer por caminhos largos e piso rijo, em direção ao Rio Tejo, agora um pouco mais afastados uns dos outros.

Nesta 7.ª edição, a inovação foi a utilização de um drone para captação de imagens aéreas da prova.

Sensivelmente ao km5 formou-se um engarrafamento, logo após o cruzamento com a EN118 cuja passagem esteve bem vigiada pela GNR, onde um single track em ziguezague empinava abruptamente em direção ao rio.


Os primeiros atletas a conseguir chegar à descida em single, ainda tentaram a sua sorte evitando desmontar, pois tinham bastante distância entre si e a frente desimpedida de outros participantes, como foi o caso do nosso José Silva.


No grosso do pelotão fazer esta descida montado era tarefa quase impossível, pois a maior parte dos participantes optou (ou foi obrigado a isso porque mais à frente alguém estancou) por fazer tudo a pé, perdendo-se ali imenso tempo na progressão e desde logo para os homens da frente. 


Apesar da inclinação desta primeira descida digna desse nome, a Organização adoptou diversas medidas de segurança e no local estavam diversos meios de apoio, onde também não faltaram repórteres de imagem (foto e vídeo).


Um bonito e fluído trilho, quase sempre em single track, levou-nos sempre junto à margem do Rio Tejo até à localidade de Tramagal, pelo já conhecido Caminho do Tejo e sempre muito utilizado por esta Organização neste evento, desde há alguns anos a esta data.



Um dos locais de passagem mais bonitos deste Caminho do Tejo, a ponte de madeira sobre uma ribeira, onde os bttistas com guiadores acima dos 700mm tiveram de tirar medidas à pressa antes de se lançaram na pequena rampa que antecede o passadiço.


A beleza da panorâmica aérea.



No afastamento da zona ribeirinha seguiram-se algumas centenas de metros com alguma areia, a exigir técnica aos participantes menos acostumados.



A passagem por zonas de floresta foram uma constante, onde se destacaram os eucaliptais e pinhais.



Um single, que também já foi novidade para os participantes presentes nas últimas edições, obrigaram a alguma ginástica de tronco, principalmente na zona onde uma enorme rocha ocupa parcialmente o trilho. 



Foram algumas centenas de metros em single track, com inclinação apreciável à direita, a exigir bastante atenção e empenho por parte dos atletas.



Ao longo do percurso as marcações estiveram irrepreensíveis, através da colocação de fitas, placas informativas e pó de pedra no chão.


Na segunda passagem pelo Cabeço do Caneiro, zona sobreelevada ao Rio Tejo com extensa vista sobre o rio e suas margens, esperava-nos uma fantástica descida em single track, após a qual os percursos finalmente se separavam quando acabáramos de marcar 30km percorridos.



Antes de iniciarmos a descida, um carro de bombeiros estacionado junto ao percurso alertava-nos para o perigo que aí vinha.





Para os participantes na Meia Maratona, estava quase a terminar, para os da Meia Maratona ainda havia muito quilómetro para pedalar.



Para os participantes na Meia Maratona esperava-os umas centenas de metros junto às margens do Rio Tejo, onde a páginas tantas se encontrava uma longa ponte de madeira recentemente feita de paletes.


Quanto à Maratona, o percurso levou-nos até à entrada de São Miguel do Rio Torto, para depois voltarmos a descer por um trilho rápido e técnico que terminava numa ribeira, onde estava localizado o último abastecimento da distância maior.


Da ribeira ainda tivemos de "trepar" até à povoação de Arreciadas e daí até à Herdade da Ameixeira, para depois então começarmos a descer vertiginosamente até à aldeia do Pego, onde novamente tivemos ribeiras e ribeiros para ultrapassar.

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Em sentido inverso à Meia Maratona, os participantes da Maratona aproximámos-nos da meta vindo do sentido contrário mas igualmente utilizando os passeios marginais.



À chegada o nosso elemento Filipe Rodrigues, temporariamente emprestado aos "rivais", controlava o nosso tempo de prova.


À semelhança das recentes e últimas edições desta prova, o almoço decorreu nas antigas instalações do Bar Tejo, onde a qualidade do serviço de restauração e a própria comida estiverem a um excelente nível, sempre bem regado com muita cerveja, vinho, sumo e água. Excelente momento de convívio para rever caras conhecidas e meter a conversa em dia. Em 2017 estaremos cá novamente batidos.

ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS
ABTFoto
ACBTT Fôjo (Carlos Gaspar)
ACBTT Fôjo (João Betes)
Albino Vicente
Casais Lagartos Bike Team (Partida/Chegada)
Casais Lagartos Bike Team (Cabeço do Caneiro)
Luís Diogo
MF Bike Team
Susana Tomás
Tecnifotos
Urbina Varela
Clube de BTT Zona 55 - Álbum 1 (Jorge Rabaça)
Clube de BTT Zona 55 - Álbum 2 (Sérgio Vicente)
Clube de BTT Zona 55 - Álbum 3 (Aéreas)
Clube de BTT Zona 55 - Álbum 4 (Director's Freeze Frame)


Resumo em vídeo

CLASSIFICAÇÕES GERAIS
001.º - 01:22:05 - Dário Pereira (Ribabike/RProjecto)
002.º - 01:23:06 - Hugo Grazina (Os Fincadas URD Juncalense)
003.º - 01:12:12 - Pedro Martins (APA - Alcanhões)
017.º - 01:31:10 - José Silva (Clube de BTT Zona 55) - 6.º Master 40
139.º - 04:49:19 - Último

01.º - 02:23:52 - João Gomes((Marrazes/Bejinho/Gui/BikeZone Leiria)
02.º - 02:27:31 - João Gama (Róódinhas/Santos Silva)
03.º - 02:29:52 - César Piedade (Ofimoto/RVirtual)
34.º - 03:08:58 - David Gonçalves (Clube de BTT Zona 55) - 5.º Master 50
45.º - 03:34:29 - João Valério (Clube de BTT Zona 55) - 15.º Master 40
53.º - 03:50:09 - Último

Melhores prestações dos atletas do Clube de BTT Zona 55

Distância Sprint
29.º Classificado da Geral (7.º Vet. B), José Silva, realizando 3/5 provas, obtendo 75 pontos.

Distância Maratona
77.º Classificado da Geral (9.º Vet. C), David Gonçalves, realizando 5/5 provas, obtendo 26 pontos.


Créditos à reportagem
Texto: João Valério.
Fotos: ABTFoto, ACBTT Fojo (Organização), Albino Vicente, Casais Lagartos Bike Team, Luís Diogo, MF Bike Team, Susana Tomás, Tecnifotos, Urbina Varela, Clube de BTT Zona 55.
Vídeo: Clube de BTT Zona 55

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